terça-feira, 13 de abril de 2021
2021 ou 2020+1
Mais um ano de pandemia e cada vez mais tenho que ficar sentado de frente pra essa máquina que alguns pretendem que seja o futuro da comunicação... Ledo engano. Que seja uma ferramente, um avanço, uma tecnologia, mas que nunca se esqueça que os terminais só transferem dados. A comunicação se dá entre pessoas, e acontece pouquíssimo através das palavras que em si são apenas signos de troca e margens de interpretação, especulação e cada vez mais negociatas.
Saco cheio de ver a estupidez que tropeça de ternoe de toga, sob os holofotes ou as titulações, arrastarem pelo mau exemplo apesar das soberbas, eufemísticas e evasivas palavras coloridas que usam estas gerações presentes a assistir o escavar do amplo buraco que encerrará a todos.
A vacina vai salvar, a vacina não é remédio, a vacina é a solução, a vacina não chega, a vacina está chegando, estão aplicando a vacina, estão furtando a vacina, a vacina e as reações, a morte dos vacinados, as novas cepas e a vacina, a vacina misturada, a eficácia da vacina, a vacina como moeda, como promessa, como redenção...
E a peste se alastra cada vez mais sobre o mundo terreno, que não é humano, mas que estes prometeram a si através de algum discurso improferido de seu incauto criador, que equanimemente o gerou para a vida, este bem inalienável que perpassa todas as espécies, mas da qual uma delas se assenhoreou por prazer, egoísmo, volúpia, luxúria, ignorância e maldade!
Quem disse ao ser humano que ele é tão importante assim!?
sábado, 25 de abril de 2020
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Contra o vazio
Bom, esse título é um bom trocadilho. Assim, ninguém fica na saudade.
A idéia é mandar notícias...
A idéia é mandar notícias...
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